29/07 · 29 de julho
Marta, irmã de Lázaro e Maria de Betânia, perto de Jerusalém e é a padroeira da cozinheiras e donas de casa.
Ela era a anfitriã e a dona da casa por ser a irmã mais velha. Quando Jesus se hospedava em sua casa, em Betânia, Marta era solícita e cuidava do seu bem estar. Em uma visita, recorda Lucas no seu evangelho, Marta reclamou que Maria ficava sentada ouvindo Jesus, deixando-a com todo o trabalho. Jesus respondeu: “Maria escolheu a melhor parte”.
Assim Marta tornou-se o protótipo da ativista Cristã e Maria o símbolo da vida contemplativa. Marta foi aquela que procurou Jesus, quando Lázaro morreu, enquanto Maria ficou em casa. A tradição diz ainda que, para aqueles que diziam que já era tarde e que Lázaro já estava morto, Marta retrucou energicamente “que não tinha a menor importância e que Jesus iria cura-lo”. E de fato quando Jesus chegou Lázaro já estava enterrado e seu corpo já apresentava sinais de putrefação, mas Marta não se abalou, e com enorme fé, pediu a Jesus para cura-lo e este foi o maior dos milagres de Jesus.
A tradição diz ainda que Marta foi com Maria e Lázaro para a França servindo de missionária em Provence. Em outra versão Lázaro e suas irmãs vão para Chipre onde ele se torna bispo de Kition ou Lanarka. As suas supostas relíquias teriam sido transladadas para Constantinopla e várias igrejas e capelas foram erigidas em sua honra na Síria.
A Basílica de São Lázaro, santo padroeiro de Lanarka, construída em 890 DC era um templo cristão do quinto século no qual existia um sarcófago com a com a inscrição: “Lazarus, o amigo de Cristo”.
Isto reforça a tradição que ele viveu sua “segunda vida ressuscitado” em Kition, Lanarka.