Nossa Resposta:
Bem nos disse São Paulo:
“Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas”(2Tm 4,3-4)
O primeiro a denunciar a falsidade da estória da suposta papisa Joana foi João Thurmaier, falecido em 1534; Seguiu-se Onófrio Panvínio († 1568), que escreveu anotações sobre a vida dos Papas publicadas em Veneza em 1557.
A refutação da lenda foi cabalmente empreendida por Florimundo de Rernond, que escreveu o livro Erreur populaire de la papesse Jeanne, editado em Paris (1558), Bordéus (1592, 1595) e Lião (1595).
A história é tão fantasiosa que até as datas são variadas:
A crônica de Metz coloca tal episódio logo após o pontificado do Papa Vítor III († 1087).
Estevão de Bourbon diz que ocorreu por volta de 1100, após a morte de Urbano II (1099),
ao passo que o cronista de Erfurt retrocede até 915, depois do governo de Sérgio III († 914)!
Como pode ter existido uma “papisa” em 855-857, se neste período quem ocupava a Cátedra de Pedro era o Papa Bento III ?
– O inimigo desesperado depois de tentar em vão, durante todos esses anos, destruir a Igreja de Cristo(Católica), então inventa fábulas.
– Só fábulas e mentiras, como sempre. É o desespero dos derrotados…
E assim se cumprem as profecias de São Paulo.