Contracepção

Catecismo:

“Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos cônjuges e a transmissão da vida. Esses dois significados ou valores do casamento não podem ser separados sem alterar a vida espiritual do casal e sem comprometer os bens matrimoniais e o futuro da família. Assim, o amor conjugal entre o homem e a mulher atende à dupla exigência da fidelidade e da fecundidade”(§ 2363).

“A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recurso a meios moralmente inadmissíveis (por exemplo, a esterilização direta ou a contracepção)” (§ 2399).

Outros:

A Igreja, por outro lado, não considera ilícito o recurso aos meios terapêuticos, verdadeiramente necessários para curar doenças do organismo, ainda que daí venha a resultar um impedimento, mesmo previsto, à procriação, desde que tal impedimento não seja, por motivo nenhum, querido diretamente. (Sua Santidade, o Papa Paulo VI. Encíclica

, 15).
Inseminação Artificial
Catecismo:

“As técnicas que provocam uma dissociação do parentesco, pela intervenção de uma pessoa estranha ao casal(doação de esperma ou de óvulo, empréstimo de útero), são gravemente desonestas. (…)”(§ 2376)

“Praticadas entre o casal, estas técnicas (inseminação e fecundação artificiais homólogas) são talvez menos clara a um juízo imediato, mas continuam moralmente inaceitáveis. Dissociam o ato sexual do ato procriador” (§ 2377).

Esterilização
Catecismo:

“(…) Fora das indicações médicas de ordem estritamente terapêutica, as amputações, as mutilações ou esterilizações diretamente voluntárias de pessoas inocentes são contrárias à lei moral” (Pio XI, enc. Casti Connubii: DS 3722-3723) (§ 2297).

Veja:



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