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A Queda(§385-421)

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

PRIMEIRA PARTE – SEGUNDA SEÇÃO

A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ

OS SÍMBOLOS DA FÉ

PARÁGRAFO 7 – A QUEDA


385 Deus é infinitamente bom e todas as suas obras são boas. Todavia, ninguém escapa à experiência do sofrimento, dos males existentes na natureza que aparecem ligados às limitações próprias das criaturas e, sobretudo, à questão do mal moral. De onde vem o

309 mal? “Eu perguntava de onde vem o mal e não encontrava saída”, diz Santo Agostinho , e sua própria busca sofrida não encontrará saída, a não ser em sua conversão ao Deus

457 vivo. Pois “o mistério da iniqüidade” (2 Ts 2,7) só se explica à luz do “Mistério da piedade

1848 “. A revelação do amor divino em Cristo manifestou ao mesmo tempo a extensão do mal

539 e a superabundância da graça . Precisamos, pois, abordar a questão da origem do mal fixando o olhar de nossa fé naquele que, e só Ele, é o Vencedor do mal.

I. Onde o pecado abundou, a graça superabundou

A REALIDADE DO PECADO

386 O pecado está presente na história do homem: seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes. Para tentarmos compreender o que é o pecado, é preciso

1847 antes de tudo reconhecer a ligação profunda do homem com Deus, pois fora desta relação o mal do pecado não é desmascarado em sua verdadeira identidade de recusa e de oposição a Deus, embora continue a pesar sobre a vida do homem e sobre a história.

387 A realidade do pecado, e mais particularmente a do pecado das origens, só se entende à

1848 luz da Revelação divina. Sem o conhecimento de Deus que ela nos dá não se pode reconhecer com clareza o pecado, e somos tentados a explicá-lo unicamente como uma falta de crescimento, como uma fraqueza psicológica, um erro a conseqüência necessária de uma estrutura social inadequada etc.

1739 Somente à luz do desígnio de Deus sobre o homem compreende-se que o pecado é um abuso da liberdade que Deus dá às pessoas criadas para que possam amá-lo e amar-se mutuamente.

O PECADO ORIGINAL UMA VERDADE ESSENCIAL DA FÉ

388 Com o progresso da Revelação, é esclarecida também a realidade do pecado. Embora o

431 Povo de Deus do Antigo Testamento tenha conhecido a dor da condição humana à luz da

208 história da queda narrada no Gênesis, não era capaz de entender o significa do último desta

359 história, que só se manifesta plenamente à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo . É preciso conhecer a Cristo como fonte a graça para conhecer Adão como fonte do

729 pecado. E o Espírito-Paráclito, enviado por Cristo ressuscitado que veio estabelecer “a culpabilidade do mundo a respeito do pecado” (Jo 16,8), ao revelar Aquele que é o Redentor do mundo.

389 A doutrina do pecado original é, por assim dizer, “o reverso” da Boa Notícia de que Jesus

422 é o Salvador de todos os homens, de que todos têm necessidade da salvação e de que a salvação é oferecida a todos graças a Cristo. A Igreja, que tem o senso de Cristo , sabe perfeitamente que não se pode atentar contra a revelação do pecado original sem atentar contra o mistério de Cristo.

PARA LER O RELATO DA QUEDA

390 O relato da queda (Gn 3) utiliza uma linguagem feita de imagens, mas afirma um

289 acontecimento primordial, um fato que ocorreu no início da história do homem . A Revelação dá-nos a certeza de fé de que toda a história humana está marcada pelo pecado original cometido livremente por nossos primeiros pais .

II. A queda dos anjos

391 Por trás da opção de desobediência de nossos primeiros pais há uma voz sedutora que se

2538 opõe a Deus e que, por inveja, os faz cair na morte . A Escritura e a Tradição da Igreja vêem neste ser um anjo destronado, chamado Satanás ou Diabo . A Igreja ensina que ele tinha sido anteriormente um anjo bom, criado por Deus. “Diabolus enim et alii daemones a Deo quidem natura creati sunt boni, sed ipsi per se facti sunt mali – Com efeito, o Diabo e outros demônios foram por Deus criados bons em (sua) natureza, mas se tornaram maus por sua própria iniciativa .”

392 A Escritura fala de um pecado desses anjos . Esta “queda” consiste na opção livre

1850 desses espíritos criados, que rejeitaram radical e irrevogavelmente a Deus e seu Reino. Temos um reflexo desta rebelião nas palavras do Tentador ditas a nossos primeiros pais:

2482 “E vós sereis como deuses” (Gn 3,5). O Diabo é “pecador desde o princípio” (1Jo 3,8), “pai da mentira” (Jo 8,44).

393 É o caráter irrevogável de sua opção, e não uma deficiência da infinita misericórdia

1033-1037 divina, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado. “Não existe a

1022 rrependimento para eles depois da queda, como não existe para os homens após a morte .”

394 A Escritura atesta a influência nefasta daquele que Jesus chama de “o homicida desde o

538-540 princípio” (Jo 8,44) e que até chegou a tentar desviar Jesus da missão recebida do Pai .

550 “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo” (1Jo

2846-2849 3,9). A mais grave dessas obras, devido às suas conseqüências, foi a sedução mentirosa que induziu o homem a desobedecer a Deus.

395 Contudo, o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de uma criatura, poderosa pelo

309 fato de ser puro espírito, mas sempre criatura: não é capaz de impedir a edificação do

1673 Reino de Deus. Embora Satanás atue no mundo por ódio contra Deus e seu Reino em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves danos – de natureza espiritual e,

indiretamente, até de natureza física – para cada homem e para a sociedade, esta ação é

412 permitida pela Divina Providência, que com vigor e doçura dirige a história do homem e

2850-2854 do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério, mas “nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam” (Rm 8,28).

III. O pecado original

A LIBERDADE POSTA À PROVA

396 Deus criou o homem à sua imagem e o constituiu em sua amizade. Criatura espiritual, o

1730-311 homem só pode viver esta amizade como livre submissão a Deus. E o que exprime a proibição, feita ao homem, de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, “pois, no dia em que dela comeres, terás de morrer” (Gn 2,17). “A árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2,l7) evoca simbolicamente o limite intransponível que o homem, como

301 criatura, deve livremente reconhecer e respeitar com confiança. O homem depende do Criador, está submetido às leis da criação e às normas morais que regem o uso da liberdade.

O PRIMEIRO PECADO DO HOMEM

397 O homem, tentado pelo Diabo, deixou morrer em seu coração a confiança em seu Criador

1707,2541 e, abusando de sua liberdade, desobedeceu ao mandamento de Deus. Foi nisto que

1850 consistiu o primeiro pecado do homem . Todo pecado, daí em diante, ser uma

215 desobediência a Deus e uma falta de confiança em sua bondade.

398 Neste pecado, o homem preferiu a si mesmo a Deus, e com isso menosprezou a Deus:

2084 optou por si mesmo contra Deus, contrariando as exigências de seu estado de criatura e conseqüentemente de seu próprio bem. Constituído em um estado de santidade, o homem

2113 estava destinado a ser plenamente “divinizado” por Deus na glória. Pela sedução do

Diabo, quis “ser como Deus “, mas “sem Deus, e antepondo-se a Deus, e não segundo Deus “.

399 A Escritura mostra as conseqüências dramáticas desta primeira desobediência. Adão e Eva perdem de imediato a graça da santidade original . Têm medo deste Deus , do qual fizeram uma falsa imagem, a de um Deus enciumado de suas prerrogativas .

400 A harmonia na qual estavam, estabelecida graças à justiça original, está destruída; o

1607 domínio das faculdades espirituais da alma sobre o corpo é rompido ; a união entre o

2514 homem e a mulher é submetida a tensões ; suas relações serão marcadas pela cupidez e pela dominação . A harmonia com a criação está rompida: a criação visível tornou-se para o homem estranha e hostil . Por causa do homem, a criação está submetida “à servidão da corrupção “. Finalmente, vai realizar-se a conseqüência explicitamente

602,1008 anunciada para o caso de desobediência : o homem “voltará ao pó do qual é formado ” A morte entra na história da humanidade .

401 A partir do primeiro pecado, uma verdadeira “invasão” do pecado inunda o mundo: o

1865,2259 fratricídio cometido por Caim contra Abel ; a corrupção universal em decorrência do pecado ; na história de Israel, o pecado se manifesta freqüentemente e sobretudo como uma infidelidade ao Deus da Aliança e como transgressão da Lei de Moisés; e mesmo após a Redenção de Cristo, entre os cristãos, o pecado se manifesta de muitas maneiras . A Escritura e a Tradição da Igreja não cessam de recordar a

1739 presença e a universalidade do pecado na história do homem:

O que nos é manifestado pela Revelação divina concorda com a própria experiência. Pois o homem, olhando para seu coração, descobre-se também inclinado ao mal e mergulhado em múltiplos males que não podem provir de seu Criador, que é bom. Recusando-se muitas vezes a reconhecer Deus como seu princípio, o homem destruiu a devida ordem em relação ao fim último e, ao mesmo tempo, toda a sua harmonia consigo mesmo, com os outros homens e com as coisas criadas .

CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO DE ADÃO PARA A HUMANIDADE

402 Todos os homens estão implicados no pecado de Adão. São Paulo o afirma: “Pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores” (Rm 5,19). “Como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte

430,605 passou para todos os homens, porque todos pecaram…” (Rm 5,12). A universalidade do pecado e da morte o Apóstolo opõe a universalidade da salvação em Cristo: “Assim como da falta de um só resultou a condenação de todos os homens, do mesmo modo, da obra de justiça de um só (a de Cristo), resultou para todos os homens justificação que traz a vida” (Rm 5,18).

403 Na linha de São Paulo, a Igreja sempre ensinou que a imensa miséria que oprime os

2606 homens e sua inclinação para o mal e para a morte são incompreensíveis, a não ser referindo-se ao pecado de Adão e sem o fato de que este nos transmitiu um pecado que

1250 por nascença nos afeta a todos e é “morte da alma “. Em razão desta certeza de fé, a Igreja ministra o batismo para a remissão dos pecados mesmo às crianças que não cometeram pecado pessoal .

404 De que maneira o pecado de Adão se tornou o pecado de todos os seus descendentes? O

360 gênero humano inteiro é em Adão “sicut unum corpus unius hominis – como um só corpo de

50 um só homem ” Em virtude desta “unidade do gênero humano”, todos os homens estão implicados no pecado de Adão, como todos estão implicados na justiça de Cristo. Contudo, a transmissão do pecado original é um mistério que não somos capazes de compreender plenamente. Sabemos, porém, pela Revelação, que Adão havia recebido a santidade e a justiça originais não exclusivamente para si, mas para toda a natureza humana: ao ceder ao Tentador, Adão e Eva cometem um pecado pessoal, mas este pecado afeta a Natureza humana, que vão transmitir em um estado decaído . É um pecado que será transmitido por propagação à humanidade inteira, isto é, pela transmissão de uma natureza humana privada da santidade e da justiça originais. E é por isso que o pecado original é denominado “pecado” de maneira analógica: é um pecado “contraído” e não “cometido”, um estado e não um ato.

405 Embora próprio a cada um , o pecado original não tem, em nenhum descendente de Adão, um caráter de falta pessoal. É a privação da santidade e da justiça originais, mas a natureza humana não é totalmente corrompida: ela é lesada em suas próprias forças

2515 naturais, submetida à ignorância, ao sofrimento e ao império da morte, e inclinada ao pecado (esta propensão ao mal é chamada “concupiscência”). O Batismo, ao conferir a vida da graça de Cristo, apaga o pecado original e faz o homem voltar para Deus. Porém,

1264 as conseqüências de tal pecado sobre a natureza, enfraquecida e inclinada ao mal, permanecem no homem e o incitam ao combate espiritual.

406 A doutrina da Igreja sobre a transmissão do pecado original adquiriu precisão sobretudo no século V, em especial sob o impulso da reflexão de Santo Agostinho contra o pelagianismo, e no século XVI, em oposição à Reforma protestante. Pelágio sustentava que o homem podia, pela força natural de sua vontade livre, sem a ajuda necessária da graça de Deus, levar uma vida moralmente boa; limitava assim a influência da falta de Adão à de um mau exemplo. Os primeiros Reformadores protestantes, ao contrário, ensinavam que o homem estava radicalmente pervertido e sua liberdade anulada pelo pecado original: identificavam o pecado herdado por cada homem com a tendência ao mal (“concupiscentia”), que seria insuperável. A Igreja pronunciou-se especialmente sobre o sentido do dado revelado no tocante ao pecado original no segundo Concílio de Oranges, em 529 , e no Concílio de Trento em 1546 .

UM DURO COMBATE…

407 A doutrina sobre o pecado original ligada à doutrina da Redenção por meio de Cristo

2015 propicia um olhar de discernimento lúcido sobre a situação do homem e de sua ação no

2852 mundo. Pelo pecado dos primeiros pais, o Diabo adquiriu certa dominação sobre o homem, embora este último permaneça livre. O pecado original acarreta a ”servidão debaixo do poder daquele que tinha o império da morte, isto é, do Diabo “. Ignorar que o homem

1888 tem uma natureza lesada, inclinada ao mal, dá lugar a graves erros no campo da educação, da política, da ação social e , dos costumes.

408 As conseqüências do pecado original e de todos os pecados pessoais dos homens conferem ao mundo em seu conjunto uma condição pecadora, que pode ser designada com a expressão de São João: “O pecado do mundo” (Jo 1,29). Com esta expressão quer-se exprimir também a influência negativa que exercem sobre as pessoas as situações

1865 comunitárias e as estruturas sociais, que são o fruto dos pecados dos homens .

409 Esta situação dramática do mundo, que “inteiro está sob o poder do Maligno” (1Jo 5,19

2516 ), faz da vida do homem um combate:

Uma luta árdua contra o poder das trevas perpassa a história universal da humanidade. Iniciada desde a origem do mundo, vai durar até o último dia, segundo as palavras do Senhor. Inserido nesta batalha, o homem deve lutar sempre para aderir ao bem; não consegue alcançar a unidade interior senão com grandes labutas e o auxílio da graça de Deus .

IV. “Não o abandonaste ao poder da morte”

410 Depois da queda, o homem não foi abandonado por Deus. Ao contrário, Deus o chama

55,105 e lhe anuncia de modo misterioso a vitória sobre o mal e o soerguimento da queda .

1609,2568 Esta passagem do Gênesis foi chamada de “proto-evangelho”, por ser o primeiro

675 anúncio do Messias redentor, a do combate entre a serpente e a Mulher e a vitória final de um descendente desta última.

411 A tradição cristã vê nesta passagem um anúncio do “novo Adão “, que, por sua

359,615 “obediência até a morte de Cruz” (Fl 2,8), repara com superabundância a desobediência

de Adão . De resto, numerosos Padres e Doutores da Igreja vêem na mulher anunciada

491 no “proto-evangelho” a mãe de Cristo, Maria, como “nova Eva”. Foi ela que, primeiro e de uma forma única, se beneficiou da vitória sobre o pecado conquistada por Cristo: ela foi preservada de toda mancha do pecado original e durante toda a vida terrestre, por uma graça especial de Deus, não cometeu nenhuma espécie de pecado .

412 Mas por que Deus não impediu o primeiro homem de pecar? São Leão Magno responde:

310,395 “A graça inefável de Cristo deu-nos bens melhores do que aqueles que a inveja do Demônio nos havia subtraído “. E Santo Tomás de Aquino: “Nada obsta’ a que a natureza humana tenha sido destinada a um fim mais elevado após o pecado. Com efeito,

272 Deus permite que os males aconteçam para tirar deles um bem maior. Donde a palavra de

1994 São Paulo: ‘Onde abundou o pecado superabundou a graça” (Rm 5,20). E o canto do Exultet: “Ó feliz culpa, que mereceu tal e tão grande Redentor “.

RESUMINDO

413 “Deus não fez a morte, nem tem prazer em destruir os viventes… Foi pela inveja do Diabo que a morte entrou no mundo” (Sb 1,13, 2,24).

414 Satanás ou o Diabo, bem como os demais demônios, são anjos decaídos por terem se recusado livremente a servir a Deus a seu desígnio. Sua opção contra Deus é definitiva. Eles tentam associar o homem à sua revolta contra Deus.

415 “Constituído por Deus em estado de justiça, o homem, instigado pelo Maligno, desde o início da história, abusou da própria liberdade. Levantou-se contra Deus, desejando atingir seu objetivo fora dele .”

416 Por seu pecado, Adão, na qualidade de primeiro homem, perdeu a santidade e a justiça originais que havia recebido de Deus não somente para si, mas para todos os seres humanos.

417 À sua descendência, Adão e Eva transmitiram a natureza humana ferida por seu primeiro pecado, portanto privada da santidade e da justiça originais. Esta privação é denominada “pecado original”.

418 Em conseqüência do pecado original, a natureza humana está enfraquecida em suas forças, submetida à ignorância, sofrimento e à dominação da morte, e inclinada ao pecado (inclinação chamada de “concupiscência”).

419 “Afirmamos, portanto, com o Concílio de Trento, que o pecado original é transmitido com a natureza humana, ‘não por imitação, mas por propagação’, e que ele é, portanto, próprio de cada um .

420 A vitória sobre o pecado, conseguida por Cristo, deu-nos bens melhores do que aqueles que o pecado nos havia tirado: “Onde avultou o pecado, a graça superabundou” (Rm 5,20).

421 “Segundo a fé dos cristãos, este mundo foi criado e conservado pelo amor do Criador; na verdade, este mundo foi reduzido à servidão do pecado, mas Cristo crucificado e ressuscitado quebrou o poder do Maligno e libertou o mundo …”.



1ª Eucaristia



Liturgia/Abusos
Sã Doutrina
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, ao sabor das paixões, amontoa- rão para si mestres, conforme suas próprias concupiscências e des- viarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”.(2Tm 4,3-4).
JESUS TE AMA . . . . . . . . . E DEU A VIDA POR TI . . .
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